Letras do Tempo | Blog do João Viegas

Nas minhas andanças virtuais, me deparei com uma sequência de pôsteres de filmes que, colocados lado a lado, são praticamente iguais. Talvez você até já tenha visto esse post em algum blog na internet, o que não me surpreenderia. No entanto, o que noto aqui, que não vi escrito em nenhum blog, porque geralmente se limitam a simplesmente postar algo curioso ou polêmico, para que seja mais curtido do que carne de sol, ou então apenas fazem observações bastante óbvias acerca daquilo que se vê por cima. Veja você a sequência e continuamos o papo mais abaixo:

Captou o drama aí, caro leitor? De perto, parece que ninguém é criativo mesmo. Basta compararmos as “grandes sacadas” que os cartazes mostram. Esquecemos que tem sempre alguém próximo, ou do outro lado do mundo, captando a mesma vibração que você, fora a cópia descarada mesmo. Sabe-se que o pensamento, além de ser matéria, é onda, e viaja mais rápido do que a velocidade da luz. Portanto, quando uma grande ideia surge, ela não surge para uma pessoa apenas, ela surge na psicosfera global como uma união de elementos soltos percebidos que são aglutinados posteriormente formando uma imagem, uma ideia. Isso mesmo, quando você tem uma ideia, fruto da união de elementos intrafísicos e extrafísicos, do seu mundo e de todo mundo, ela, em forma de pensamento, já está disponível para uma rede de pensamentos que se liga por todo o mundo, e por todo o universo. É como na internet: Postou? Não tem volta, está lá pra todo mundo ver. Recentemente, cientistas descobriram que as bilhões de galáxias no universo estão ligadas como numa teia de aranha. Portanto, parece-me que o que distingue quem materializa o pensamento é aquele que tem não só sintonia com “a vibe” em questão, mas aquele que age antes, que materializa o pensamento antes dos outros. Quantas vezes você teve uma ideia que julgava única, que você achou ser “muito doida”, pioneira, e demorou para materializá-la, por uma série de motivos e, no dia seguinte, na semana ou mês seguinte, alguém apresentou a sua ideia para o mundo? Quantas vezes, meu caro leitor? E mais! Será que criamos as coisas ou apenas as descobrimos primeiro? Se descobrimos algo, apenas tiramos o véu que cobre a coisa, porque só se usa um véu para cobrir algo, como uma noiva, por exemplo. Se há um véu por cima, tem algo embaixo a ser revelado, então já está lá. Como saber se a ideia que você teve também foi pensada por outra pessoa num canto qualquer do mundo? Hein!?

Meu caro, segundo o Pai da Química Moderna, Antoine Lavoisier, “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” Isso foi dito no século XVIII! Tudo está aqui, todos os elementos estão aqui (visíveis e invisíveis), só temos que tirar o véu, des…cobrir.

Já tinha pensado dessa forma? Acesse: www.livrotempo.com e descubra outras formas de perceber naturalmente a comunicação entre as coisas que foram esquecidas nos nossos tempos de Internet.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

0